Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
São Tomé

Após 3 dias no Ilhéu das Rolas chegou a altura de partir e conhecer outras aldeias tais como: Portoalegre, Vila Malanza, Guadalupe, Santana, Trindade e Neves.

 

Arranjámos um guia chamado The Best, que foi um guia, tal como diz o nome, do melhor, e que punha músicas muito boas no carro já que era dj. O Jackson, que nos ensinou a partir cocos e nos levou até ao ponto onde passa a linha do Equador no Ilhéu das Rolas, também fez questão de nos acompanhar, e as nossas excursões por toda a Ilha eram sempre uma grande animação.

 

No dia da partida do Ilhéu, aproveitamos para ir à Praia Jalé, a praia mais bonita de São Tomé, completamente deserta e onde as tartarugas desovam, mas nunca o faziam quando nós estávamos lá.

 

Nos 3 dias seguintes andámos sempre de jeep de um lado para outro a conhecer os cantos mais bonitos da Ilha, já mencionados em cima. Visitámos roças, já visivelmente degradadas, as únicas que se mantinham ativas em termos de produção de café era a roça de Monte Café ( onde funciona um hospital e uma escola ) e a Roça de Agostinho Neto.

 

Á chegada a São Tomé, levaram-nos ao Cacau, o centro cultural de lá onde se fazem exposições, passam filmes e documentários sobre a Ilha, e que é fortemente promovido pelo famoso apresentador são-tomense da série gastronómica “Na Roça com os Tachos” João Carlos Silva, que concilia o turismo rural com atividades culturais. 

 

As nossas refeições eram sobretudo à base de peixe, fruta-pão, banana-pão, e muita fruta, sobretudo papaia que é das frutas mais abundantes da Ilha. Os pratos que gostei mais foi da Sopa de Saúde e de Calulú.

 

Visitámos também o Jardim Botânico que tinha plantas com nomes tão originais como "Moça de Saia", "Não posso comigo", "Malícia", "Bico de Papagaio" e "Língua da Sogra".

 

Tomámos banho na Cascata de Bombaím, que é um verdadeiro milagre da natureza, embora seja um bocadinho difícil de lá chegar, vale mesmo a pena.

 

Quando as crianças nos viam só gritavam "Doce, doce!" e vinham todas a correr na nossa direção. A coisa que elas mais gostam é que lhes demos rebuçados e que lhes tiremos fotografias, ficam felizes.

 

O mercado de São Tomé também é uma realidade a não perder, mas tem que se ir preparado, porque entra-se no mais puro da cultura africana. Há o mercado novo e o antigo, nós só fomos ao novo. Lá fora havia estava uma mancha amarela fluorescente de mototaxis e taxis à espera de clientes.

 

O ponto de encontro entre estrangeiros é o Xicos, um bar-restaurante que pertence a um casal português, e que é o local mais animado lá do sítio sempre que há uma jogo de futebol e não só.

 

De seguida seguem-se fotos que fui tirando em todos estes sítios.



publicado por Marta às 10:22
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2 comentários:
De Anónimo a 7 de Fevereiro de 2012 às 22:45
Olá Marta, vou agora para São Tomé, pode dar-me o contacto do guia? muito obrigada, Joana


De Marta a 8 de Fevereiro de 2012 às 12:06
Assim que o tiver, envio.


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