Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Marta Van Zeller - Fotografia

A Deirdre Capone a escrever-me uma dedicatória no seu livro.

Marta, 29.11.11

 

Não havia muita gente a comprar o livro, mas eu tive curiosidade porque nunca tinha visto nenhum filme nem lido nada sobre Al Capone, só tinha estudado a época do bootlegging no colégio, que foi uma viragem na história dos hábitos, costumes e moda da humanidade. O consumo de álcool foi acompanhado do surgimento do jogo, do jazz, e de outros costumes que representaram um momento cultural inesquecível.

 

Perguntei-lhe como era ser sobrinha de Al Capone, e ela respondeu-me assim "It was very hard". Carregar o peso do apelido Capone era uma barra  pesada porque era associada de imediato á máfia, e isso teve consequências como ser evitada pelas colegas na escola, não ser convidada para as festas, usar um apelido fictício para arranjar um emprego, ser despedida quando descobriram o seu nome verdadeiro, e na hora de construir a sua família ,só revelou aos filhos o seu parentesco com Al Capone quando eles já eram adultos.

 

Gostei muito de falar com ela e valorizo ela agora dar a cara e contar como foi num livro.